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Lançamentos / Playlist

VEIO AÍ! – Lançamentos de Maio

Estabelecendo mais uma coluna/seção/chame do que quiser, aqui apresentamos alguns materiais lançados no último mês.
Sem enrolação, vamos ao que interessa:

Aparte – Mente que Vagueia

Formada por (ex-)membros de Rainha Vermelha, Calvet, Siltu e Paradisi, os veteranos da cena indie brasiliense da Aparte lançaram a intimista-mas-dançante “Mente que vagueia”, sucedendo seu EP de estréia, “Intercina”(2019). [Destaco a arte belíssima, assinada por Isabella Pina!].
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Arame Christophobia

Crustzão sujo doido direto de Vila Velha, conta com Lorena Bonna (Roberta de Razão, Whatever Happened to Baby Jane?) e Fabio Mozine (Mukeka di Rato, Os Pedrero, Merda). Só dá o play se estiver preparado pra desgraçar a cabeça e moshar sozinho.
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Asfixia Social Censura não 2021

Após retornarem da turnê europeia, a banda percebeu o quanto a música “Censura Não” dialogava e tinha força junto ao público. Resolveram, então, regravá-la, abordando também o momento bizarro em que estamos vivendo. No vídeo, cenas da turnê foram combinadas com situações mais recentes, em tom de denúncia.
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Collectively Alone – Collectively Alone

Projeto de indie/lo-fi/post-rock criado pelo paulistano Tullio Zarpão, com a participação de vários talentos ao longo do disco – tudo gravado remotamente. Um respiro de ar fresco e acalento nesse mundo caótico.
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Hiroshima Bunker – Lado B

Compacto de duas faixas, “Lado B” e “Você nunca esteve realmente aqui”. A primeira sendo instrumental, a segunda spoken word, se complementam, traduzindo e externando as agruras que só 14 meses de crise sanitária e reclusão social forçada podem proporcionar.
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Mastema – ANYWHERE IS MY LAND

Mastema é um projeto de poesia/post-punk/techno de Guilherme Castelo Branco. Outrora calcado numa estética sonora mais roqueira, estes novos singles apresentam uma visão mais eletrônica de ritmo seco, em ambientações mais experimentais e noturnas. O single duplo “ANYWHERE IS MY LAND”/ “CONCRETO” abrem caminho pro próximo EP, “Kenopsia”.
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Natália Carreira – Wrong

“O que surgiria se eu fizesse uma música que ninguém fosse ouvir?” se perguntou Natália – como assim? Tá certo isso não, estamos ouvindo sim (e bastante) por aqui. Ligeiramente diferente de suas demais composições, “Wrong” foi gravada e produzida em dois dias por ela mesma, em seu quarto.
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Panço Youi

O carioca Panço nos traz aqui o disco “Youi”, lançado em 7 de maio mas em gestação desde dezembro de 2017. São dezesseis faixas bem curtas, algumas com até 53 segundos de duração, todas compostas pelo próprio Panço. Com uma fixa técnica extensa, a obra também tem participações de músicos das bandas Mombojó e Zumbi do Mato, entre outros.
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Parallèles Não tem

Sem lançar material inédito desde o 7″ “Você só corre/ Juan Miró”, de 2015, em março fomos surpreendidos pelo single “Ferme la bouche” e, agora em maio, por “Não tem”. Ambos com aquela sonoridade delícia garage/surf punk/sixties que só elas podem te oferecer!
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Samsara – Moment Crusher

A banda de metal de Bauru, SP acaba de lançar seu novo single, “Moment Crusher”, gravado ao vivo em estúdio. Acompanhado também de um clipe.
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split Punho de Mahin e Sendo Fogo

O projeto Seja Independente ou Morra pretende organizar um calendário de atividades voltadas para a música independente na periferia de São Paulo. No final de 2020 eles convidaram as bandas Punho de Mahin e Sendo Fogo para a gravação de um split, o resultado é “Racistas Otários Nos Deixem em Paz”.
Aqui temos 12 minutos de punk rock e hardcore que reúnem letras sobre a violência do racismo, a luta dos povos originários da floresta contra a invasão e o genocídio.
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Stevie Vagger Toda mente pede tempo/ Máquina

Estreando nas listas aqui do blog, a artista brasiliense Stevie Vagger apresenta seus mais novos singles, “Toda mente pede tempo” e “Máquina”. Segundo a artista, que está iniciando a carreira solo, a sua obra tem a sensibilidade como pilar e o conceito se desenvolve a partir do contato com a espiritualidade e com o início da transição enquanto transgênero. O álbum “Sal Gosto” está previsto para ser lançado em agosto de 2021.
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Valv – Nina

Um dos grandes nomes do indie nacional dos anos 2000 (com aquele pé nos anos 90 que a gente adora), a banda belorizontina nos presenteia com um single novo, “Nina”. Mó climão, bonito e envolvente, cujos samples reforçam a letra – o sentimento de felicidade sendo recém pai/mãe de uma criança pequena.
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Wry – Weapon in my Hand EP

Outro grande nome do indie brazuca, a Wry lançou um compilado de remixes, que contém a faixa-título original (do disco Noites Infinitas, 2020), duas versões remixadas da mesma; mais versões de “Don’t you ever call me on my name again” e “Cancer”, ambas do disco Flames in the Head (2005).
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Young Lights – Drunk in the Elevator

Apenas três meses após o lançamento do disco “Somewhere Between Here and Now”, os belorizontinos soltaram a faixa oculta Drunk in the Elevator. De fato, uma abordagem indie de música de elevador (adoooro!), derretendo aos poucos, como seu cérebro depois de um belo porre.
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