Bus Ride Notes
Lançamentos

VEIO AÍ – Lançamentos de Junho

Junho foi um mês complicado, exaustivo até o último segundo. Viver sob este governo tá osso, mas a gente tá aqui. Tô longe de ser PMA ou minimamente otimista, mas a gente tá aqui, e é o que importa. Ainda tem muitos lugares, pessoas, cores, comidas e sons pra gente descobrir. Bora focar nisso, por enquanto.

Bem, dessa vez eu queria fazer um pedido, de coração. Bandas e artistas: POR FAVOR, coloquem informações nos seus perfis nas redes sociais. Deixamos de publicar vários lançamentos aqui por não conseguirmos localizar coisas básicas: integrantes, cidade, estilo de som, ficha técnica das gravações, links úteis. É relativamente simples, mas que fazem toda a diferença pra gente de mídia. Por sua atenção, obrigado.

E também, lembrando: 1) Pra trocar uma ideia com a gente, escreve pro busridenoteszine@gmail.com; 2) Temos uma campanha contínua no Apoia-se. Tá foda pra todo mundo, eu sei, mas se puder, ajuda nóis a continuar produzindo! E claro 3) Disponibilize seu som em TODAS as plataformas! O público escolhe onde quer ouvir. Mas por aqui, tentamos colocar links do Youtube por ser democrático, acessível e GRATUITO (tem propaganda, eu também sei, mas bora instalar um adblocker aí, colega?).
Vamo nessa!

Alegorica – Candeia

Não apenas uma banda, mas todo um aparato artístico: os paulistanos misturam seu post-hardcore com performances teatrais e projeções audiovisuais, criando toda uma experiência imersiva. “Candeia” é o primeiro single do novo disco “Absurdidade”, que estava em campanha de financiamento coletivo e deve pintar por aí em breve!
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Arma de Fogo – Não Eleja Ninguém

Essa é primeira banda do Amapá que publicamos no Busão! Sustentando o agito hardcore macapaense desde 98, a rapaziada engrossa sua discografia com “Não Eleja Ninguém”. Um hino anarco – e, pelo que entendi –, o primeiro single do disco novo, “Resistiremos”. Fiquemos de olho!
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Bruma Balé – Estranho

“Jazz eletrônico para sonhar com o corpo”, é o que diz sua descrição. Este é o single de estreia desse projeto, que me levou numa viagem deliciosa e refrescante (quando entra o sax… 🫠) por paisagens visuais e sonoras do melhor do city pop japonês.
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Ceano – Girassol

De quando saiu, “Girassol” já é minha top mais ouvida até hoje [sou suspeito pra falar pois é uma de minhas bandas nacionais preferidas desde que conheci rs]. Com sua sensibilidade ímpar, e definitivamente rumando por um caminho mais ~emopb, este é o primeiro single do disco “Bonsenso”, que mal vejo a hora de ouvir. Ceano me beija!
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Comboio CalibrePost Mortem

Lidando com perdas (mas também vitórias) pessoais, a rapaziada de Volta Redonda, RJ retorna após um período de hiato, com seu post-hardcore mais íntimo e denso que nunca. E olha que massa, todo o EP foi gravado analogicamente, pelo lendário Lisciel Franco. Saiba mais sobre tudo isso aqui.
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Conteste! – Sincretismos

O supergrupo brasiliense (com membros de Aok, Perfecto, Paradisi e +) trouxe ao mundo seu novo EP, o sucessor de “Hipnotizados” (2019). Acho que não preciso citar que nossa situação político-econômica-social é o combustível pra esse hardcore, né? Sempre atual, sempre necessário.
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Dennehy – IDK

Tive o maior prazer de ver o lançamento nos palcos de “IDK” há alguns dias – inclusive meu primeiro show dessas lindezas, mesmo os acompanhando desde o início. E é isso: pesada, dançante, leve, encantadora. E vou te falar: esta é uma BANDASSA. Uma das melhores atualmente em Brasília, com um potencial enorme pra conquistar o mundo ✨ (e quando acontecer, você pode dizer que conheceu aqui no Busão!)
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Inês É Morta – Apogeu

Um dos grandes nomes atuais do post-punk nacional, os paulistanos apresentam seu novo single, que implora um role num inferninho, baladinha de vinil, dançando introspectivo num canto escuro.
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KILLJOY! – Arte do Caos

Mais uma pérola de caipirópolis! EP de estreia do powertrio de Guaratinguetá, SP. Hardcore barulheira desenfreada – sim, aquele que parece um caminhão fora de controle que vai te atropelar no mosh.
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Meraki – Não Confunda

Estabelecida em São Paulo desde 2018 com seu setlist de covers de emo/pop punk, a Meraki começa uma nova fase autoral. E, é claro, traz toda a energia real de suas influências. Curtimos e queremos mais pra ontem!
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MIDRA – A Better Place

Para narrar sua quase-canção de amor, que reflete “sobre o que resta depois das partidas, a música toca na delicada questão da morte e dos sentimentos que ultrapassam ela”, o artista buscou referências em City and Colour e Sade. Nesta faixa, temos a participação de André Dea (Sugar Kane, Supercombo) na bateria.
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MitocôndriaMeleca!

“Meleca!”, cujo nome vem do apelido dado à guitarra verde do vocalista, é o EP de estreia da banda paulistana. O power trio cita como influências Mom Jeans, Free Throw, Forfun e Weezer. As letras focam em temas presentes na passagem da adolescência para a vida adulta. O EP foi produzido por Luke Mello e o lançamento é da Big Cry Records.
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Motosserrario_rua

Motosserra é um duo “à distância” (entre Paraíba e Belo Horizonte), formado por Olga Costa e Maria Caram, que tem influências de no wave, experimental, improvisos e spoken word. “rio_rua” “relata um dos mais presentes transtornos da modernidade (principalmente em tempos de pandemia): a crise de ansiedade”. A música tece um emaranhado de pensamentos com frases e efeitos em repetição até atingir uma cacofonia. Assim como o single anterior, “AmaZona”, fará parte do primeiro EP da banda.
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Nathan Motta – The Abstract City

“The Abstract City” é o álbum de estreia de Nathan Motta. Diferente de seu atigo projeto consistindo de voz e violão, dessa vez Nathan abusa de sintetizadores e teclados (e mais). No esquema D.I.Y., Nathan gravou, mixou, masterizou e fez a arte de capa do disco.
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Quando o Oceano Nos EngoliuFantasma

“Música que vem forte e reflete um mergulho no fundo de si mesmo, analisando o estado atual de uma mente em conflito que se encontra perdida”. Assim o quarteto emo/ambient cearense descreve seu mais novo single.
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R4vel – Refúgio

Dois anos após seu último lançamento (o single “Mirante“), o quinteto paulistano está de volta com “Refúgio”, uma sonzeira (post-)hc moderna, arrojada, convidativa pra dançar.
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